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sábado, janeiro 01, 2005

Cartão Lisboa Viva

A Carris e o Metro criaram um cartão, moderno e sofisticado para ser utlizado pelos seus clientes, substituindo o velhinho cartão. Até aqui tudo bem, um cartão novo, adaptado aos tempos novos, magnetizado, que pode ser lido por computadores, por bandas, máquinas es outras coisas da tecnologia.
O problema é que os clientes têm que comprar uma vinheta, igual ou parecida às antigas, e colá-la no cartão. Depois ainda têm que fazer uma operação que consiste na "magnetização" do cartão. Isto todos os meses.
Ora aqui está um exemplo de como uma(s) empresa(s) gastam uma fortuna em algo que depois dá mais trabalho ao utente. É claro que o objectivo do investimento não foi prestar um serviço ao utente mas servir a gestão das empresas!

terça-feira, janeiro 13, 2004

Combustiveis

Os preços continuam a subir. Claro que a seguir aumentam os transportes, os bens alimentares, etc.

O dolar está em saldo. O que acontecerá quando o dolar se aproximar do euro?

PREÇOS

O pão sofreu aumentos enormes. Agora, depois da intervenção do ministério da economia, concluiu-se que foram muito exagerados. Diz-se mais: a partir de Maio o preço deve descer já que o preço do trigo vai baixar.
Esperamos para ver!!!!

A TMN vai aumentar o preço de todas as chamadas em 2,1% Apostamos que os concorrentes vão atrás. O curioso é que este é o segundo aumento, depois de descidas verificadas durante anos.

Estas subidas acontecem depois do caso da ONIWAY. Alguém se lembra? as três operadoras juntaram-se e compraram este operador para não terem concorrencia. Esta operação custou vários milhões e, como se vê, está a ser paga pelos do costume. O curioso é que foi apadrinhada pelo ministro da economia!!!

Hoje, no Público, li as explicações dadas pelos responsáveis da TMN - como o empresa parou de crescer tem de repercutir o aumento do custo de vida nos clientes. Certo, só não entendo as projecções feitas para 2004. É que, segundo dizem, graças à realização do Euro 2004 as emdpresas de telecomunicações vão ter um acrescimo de negócios muito significativo - até se prevê um grande aumento dos lucros! Vamos esperar para ver qual vai ser a posição do minsitério da economia!!!

segunda-feira, dezembro 22, 2003

A Senhora Ministra das Finanças

Público de 22 de Dezembro

"Impostos em atraso do "BIBI do Benfica" caducam devido à lentidão da justiça"

O caso tem alguns anos, para quem não sabe trata-se do montante de impostos pagos por um conhecido empresário, Victor Santos, adepto do Benfica que, numa entrevista, declarou não pagar impostos por ter um rendimento inferior ao salário mínimo...
Na altura foi um escandalo já que era reconhecida a sua fortuna e os seus negócios. As finanças foram investigar e agora, passados anos, esta notícia!

A senhora ministra anunciou como objectivo prioritário da sua política o combate à fraude e evasão fiscal. Passados dois anos temos aqui um belo exemplo da eficácia do trabalho desenvolvido.

E agora senhora Ministra? Qual será o próximo objectivo?
Não estará na altura de se fazer uma renovação na equipa ministerial?

domingo, outubro 12, 2003

A filha do Ministro


Ainda o caso que fez caír dois ministros. No Público de hoje (Domingo, 12 de Outubro) António Barreto, na sua coluna semanal, escreve sobre o assunto, de uma forma única e excepcional, que merece a minha concordancia.

Com o devido respeito, transcrevo o final do artigo, o qual, devia ser estudado pelos deputados deste país.

Aqui vai:

"... Os regimes especiais de acesso constituem um dos mais insidiosos venenos da universidade e da sociedade. A pretexto da igualdade, provocam injustiça e administram privilégios injustificados. Funcionam como recompensa à fraude. Contrariam as principais exigências da vida universitária: saber, rigor, trabalho, disciplina e mérito. São a tradução exacta de alguns dos piores defeitos dos portugueses: a preguiça, a complacência e o privilégio. Falta acrescentar: todos os partidos parlamentares e todos os governos concordam com estes privilégios. Pois claro!"

terça-feira, setembro 23, 2003

Mochilas


Todos os anos, por esta altura, ouvimos a intervenção de vários especialistas. As crianças andam com peso a mais às costas. Agora, mais uma vez, foi a DECO - as crianças do 5º e 6º anos transportam livros pesados, exageradamente pesados para a sua idade.

No ano anterior foi o próprio ministro que se pronunciou sobre o assunto.

No próximo ano a cena vai repetir-se, e nos anos seguintes lá vamos ouvir as mesas frases.

O melhor é estar calado... afinal fica tudo na mesma!

sexta-feira, setembro 05, 2003

O preço dos livros escolares

Segundo os jornais da semana os livros escolares aumentaram, este ano, cerca de 20%.

Ora o mesmo sucedeu no ano anterior.

Os custos salariais não tiveram grandes alterações, a energia também não e as matérias primas idem.

Então como é que se compreende estes aumentos sistemáticos? Aliás temos verificado que os livros distribuidos pelo "Público" e pela "DN" são impressos em Barcelona e são vendidos a preços muito baixo, muito inferiores aos que eram praticados, para as mesmas obras, pelas editoras portuguesas.

Será justo que as editoras aproveitem a obrigatoriedade dos livros escolares para praticarem margens manifestamente superiores às da generalidade dos livros? e o ministério qual é a sua posição? achará correcto que os encarregados de educação tenham que desembolsar quantias exorbitantes para os seus educandos poderem frequentar a tal escola que se diz gratuita?

Lembram-se das promessas dos Ministros que garantiam a gratuitidade dos livros do 1º ciclo? Pois é, eram promessas... depois estranhem que as pessoas não acreditem!

No caso do livro escolar, não seria tempo de abandonar a actual política de muitos livros com pouca tiragem e, pelo contrário, o ministério escolher UM livro para cada ano e para cada disciplina? E não seria mais correcto que fossem os autores a propor os livros? Não seria mais correcto que uma comissão escolhessse o livro adoptado obrigatoriamente nas escolas públicas e de seguida se procedesse a um concurso entre as editoras da União Europeia de forma a que os preços fossem transparentes e baixos?

Será assim tão difícil? Será correcto em nome da livre escolha punir financeiramente os encarregados de educação?

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